ICMbio, Ufra, Ceap e Semma se unem em prol da conversação de áreas verdes urbanas

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image_large (7)Com o objetivo de desenvolver ações que possibilitem o uso sustentável de áreas verdes dentro do município de Parauapebas, órgãos ligados à questão unem forças. A ideia, segundo o secretário municipal de Meio Ambiente, André Rosa, é levantar todos esses espaços e transformá-los, por meio de decreto municipal, em áreas de interesse público.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Centro de Educação Ambiental de Parauapebas (Ceap) e Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) são os órgãos envolvidos no Programa de Levantamento e Monitoramento das Áreas Verdes de Parauapebas.

“Estamos atuando em uma área de 186 hectares localizada entre os bairros Alvorá, Viver Bem (WTorre) e Nova Carajás. Os alunos da Ufra catalogaram espécies de animais e de plantas no local e o ICMbio elaborou um laudo técnico com as recomendações necessárias”, informou André Rosa, acrescentando que a Semma encaminhará essas informações para a Procuradoria Geral do Município (PGM) elaborar o decreto municipal.

O titular da Semma também adiantou que na referida área um espaço de 74 mil metros quadrados foi cedido para a construção do Centro de Gestão Ambiental de Parauapebas, que contará também com parque infantil e jardim botânico.

Workshop

O resultado do levantamento mencionado por André Rosa foi apresentado durante um workshop, realizado na Ufra, na sexta-feira (12), que contou com a presença de alunos e professores da universidade e de representantes dos órgãos parceiros. Com o tema “Áreas verdes urbanas: Uma proposta de conservação”, o workshop possibilitou a apresentação de várias propostas para uso dessas áreas.

“Nessas áreas verdes podemos ter pequenos museus, assim como espaços para o lazer e para estudos”, informou durante a sua fala na abertura do workshop a professora da Ufra, AndreaSiqueira Carvalho, que integra a equipe de coordenação do programa.

Frederico Drummond, do ICMbio, destacou a importância da participação dos acadêmicos nesse processo. “Todas as áreas de conservação que temos em nossa região foram criadas por órgãos de Brasília, não por um movimento regional. Essas que serão criadas dentro da área urbana serão frutos desse trabalho coletivo, do movimento local, e terá mais identidade”, destacou Frederico Drummond.

“Com essas ações de parceria, estamos fortalecendo as ações de conservação ambiental. O governo municipal está empenhado em trabalhar para alcançar o desenvolvimento do município, causando o mínimo possível de degradação ambiental”, reforçou André Rosa.

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