PROGRAMA “PARA MULHERES NA CIÊNCIA” entrega R$ 50 mil a PROFESSORA DE PARAUAPEBAS

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A professora da Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA Drª Marilia Danyelle Nunes Rodrigues foi uma das 7 contempladas com o Programa “Para Mulheres na Ciência” da L’Oréal Brasil. A premiação é promovida desde 2006, em parceria com a UNESCO BRASIL e com a Academia Brasileira de Ciências. O Programa que completa 12 anos neste ano, tem como motivação a transformação do panorama da ciência no País, favorecendo o equilíbrio dos gêneros no cenário brasileiro e incentivando a entrada de jovens mulheres no universo científico.

A cada ano 7 jovens pesquisadoras de diversas áreas de atuação são contempladas com uma bolsa-auxílio de 50 mil reais. O prêmio distribuiu, até hoje, o equivalente a 3,5 milhões de reais entre 75 mulheres cientistas promissoras, que receberam impulso extra para dar prosseguimento em seus estudos e incrementar o desenvolvimento da ciência no País.

Os trabalhos são avaliados por uma comissão julgadora formada por renomados profissionais das áreas científicas.

A geneticista Marilia Danyelle Nunes Rodrigues trabalha na Universidade Federal Rural da Amazônia, no campus de Parauapebas, em busca de um diagnóstico da diversidade genética do pirarucu na região sudeste do Pará. A bióloga pretende criar uma cartilha para promover a conservação da espécie ameaçada de extinção. Marília Nunes tem Graduação em Ciências Biológicas (2008), fez Mestrado (2010) e Doutorado em Ciências: Melhoramento Genético Animal. Experiência na área de Genética Animal, com ênfase em Biologia Molecular, Genética de Populações, Melhoramento Genético e Piscicultura orgânica.

Confira as outras vencedoras do Programa:

CIÊNCIAS DA VIDA

Gabriela Nestal de Moraes

A carioca Gabriela Nestal de Moraes investiga, no Instituto Nacional do Câncer (Inca), as bases celulares e moleculares para uma nova terapia para o câncer de mama a partir de informações de pacientes que não respondem ao tratamento quimioterápico.

Fernanda Maria Policarpo Tonelli

Bioquímica e pós-doutoranda na Universidade Federal de Minas Gerais, quer revolucionar a biotecnologia brasileira. Seu plano é utilizar tilápias-do-Nilo como biofábricas para a produção de substâncias como o hormônio do crescimento humano – uma inovação que pode economizar milhões de reais por ano ao sistema público de saúde.

Pâmela Billig Mello-Carpes

A pesquisadora da Universidade Federal do Pampa, campus Uruguaiana, estuda como o cuidado parental influencia a formação do cérebro. Ela busca formas de tratar problemas cognitivos relacionados à falta desse cuidado.

FÍSICA

Jenaina Ribeiro Soares

Física da Universidade Federal de Lavras, a mineira Jenaina Ribeiro Soares estuda a estrutura de novos nanomateriais com aplicações em diferentes indústrias, em especial a eletrônica. Além disso, desenvolve equipamentos para produzir esses nanomateriais, formados por uma ou por poucas camadas atômicas. Inovação é a palavra de ordem:

“Tudo isso vai permitir desenvolver projetos de ponta e inéditos no país” – Jenaina Ribeiro Soares

MATEMÁTICA

Diana Sasaki Nobrega

Com envolvimento no ensino e na pesquisa desde jovem, a cientista Diana Sasaki Nobrega, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, investiga uma classe de problemas matemáticos conhecidos como grafos cúbicos, relacionados com a resolução de problemas reais de conflito, especialmente na área de computação.

QUÍMICA

Rafaela Salgado Ferreira

Na busca por tratamentos mais eficazes para zika e doença de Chagas, a mineira Rafaela Salgado Ferreira (UFMG) desenha moléculas potencialmente capazes de inibir o funcionamento de proteínas essenciais na fisiologia do vírus e do protozoário Trypanosoma cruzi. Ainda mais motivada pela premiação, Rafaela afirma o papel social da pesquisa e ressalta a importância do trabalho com doenças tropicais negligenciadas.

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