
Nesta terça-feira (24), o governo do Irã anunciou o fim do conflito com Israel, iniciado em 13 de junho. A declaração foi feita por meio da imprensa estatal. O presidente Masoud Pezeshkian classificou o encerramento da guerra como uma “grande vitória” para o país, atribuindo o início dos combates a ações israelenses contra instalações nucleares e militares iranianas.
A trégua foi formalizada na madrugada de terça-feira, após negociações que envolveram o presidente dos EUA, Donald Trump, o primeiro-ministro do Catar e, do lado americano, o vice-presidente J.D. Vance, o secretário de Estado Marco Rubio e o enviado especial Steve Witkoff.
Uma fonte oficial americana, citada pela agência Reuters, afirmou que o Irã aceitou a trégua com a condição de que Israel cessasse completamente os ataques. Apesar do acordo, ainda há incertezas sobre a sua estabilidade. No mesmo dia do anúncio iraniano, o chefe do Estado-Maior de Israel, general Eyal Zamir, confirmou o fim dos ataques contra o território iraniano.
Relatos de ataques em Teerã, ocorridos já durante as primeiras horas da vigência do cessar-fogo, contribuíram para aumentar as dúvidas sobre a permanência do acordo. A trégua, embora formalmente anunciada, segue sob pressão e vigilância internacional.








