Bate-papo com escritores movimenta 2º dia do Festival Literário de Canaã dos Carajás

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Imagina poder ver, ao vivo, um debate com alguns dos escritores de literatura infanto-juvenil mais reconhecidos atualmente? Isso foi possível, nesta quinta-feira (21), para o público que compareceu ao 2º dia do Festival literário e Artístico de Canaã dos Carajás (FLACC).

Seis escritores participaram de cerca de uma hora de bate-papo, discutindo os rumos da literatura atual, a importância dos livros para a formação de uma sociedade, e apresentando um pouco do trabalho desenvolvido por cada um.

Participaram o contador de histórias João Marcos, que é um dos roteiristas da Maurício de Sousa Produções, nas revistas infantis da Turma da Mônica; a escritora mineira Lilian Teixeira; a escritora Elizete Lisboa, que produz livros em braile; e o escritor e cordelista Fabio Sombra, que é membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel; além do escritor paraense Luiz Peixoto Ramos (Jabotigão). Também compuseram a mesa de bate-papo os escritores de Canaã dos Carajás Pedro Luís e Kleysykennyson Carneiro.

Para o escritor e professor da rede Municipal de Canaã Pedro Luís, que também foi homenageado durante o FLACC, a 1ª edição do Festival “trouxe novos horizontes para Canaã dos Carajás”. “É a oportunidade de alunos e professores entrarem em contato com livros e escritores daqui e de fora”, disse.

Já o escritor João Marcos considera que “todo festival literário proporciona transformações incríveis”. “Os livros são a janela para o mundo, para a gente conhecer mundos diferentes. Estou muito feliz e honrado de poder participar e tenho certeza que essa 1ª edição é histórica e vai dar muitos bons frutos para a cidade”.

O escritor e roteirista Fábio Sombra também exaltou a importância do contato dos leitores e dos estudantes com os autores. “Muitas vezes você pensa que os ídolos para essa geração são jogadores de futebol, ou cantores, e esse contato é importante. Imagina quantos livros a gente lê e não tem a possibilidade de saber quem é o autor, e isso valoriza e faz com que o livro seja bem mais presente na vida dos alunos”, concluiu.

ascom.canaã

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