Valores eram depositados em espécie de poupança e seriam resgatados após a determinação da liberdade. Caso foi em Chapecó, no Oeste do estado.
Uma funcionária temporária de uma unidade prisional de Chapecó, no Oeste catarinense, foi presa preventivamente suspeita de furtar R$ 308.675,46 em dinheiro vivo do pecúlio de presos. O pecúlio, previsto em lei, é uma espécie de poupança onde é depositado o dinheiro de apenados em ressocialização e que pode ser resgatada assim que são colocados em liberdade.
Segundo a Polícia Civil, os furtos aconteceram nos últimos três anos e a suspeita de 50 anos, que não teve o nome informado, confessou o crime. O resultado do inquérito foi divulgado na terça-feira (8).
“O dinheiro era proveniente do pagamento pelo trabalho das pessoas que estavam cumprindo pena e também da ajuda enviada por familiares a quem não estava trabalhando na prisão”, informou o delegado à frente do caso, Adilson Bressan. As retiradas, de acordo com a investigação, aconteceram em ocasiões e valores distintos.
A falta do dinheiro, conforme a investigação, foi percebida pela Polícia Penal, durante auditoria da direção do local, e reportada à Polícia Civil, que começou a investigação.









