
Nesta manhã de quinta-feira (07), o julgamento do tatuador Willian, acusado do feminicídio da tatuadora Flávia. O crime aconteceu em abril do ano passado, em Marabá. Após 11 dias desaparecida, o corpo da tatuadora foi encontrado em uma cova rasa na zona rural da cidade de Jacundá, no sudeste paraense.
Willian havia trabalhado anteriormente com a vítima. Conforme as investigações da polícia, o casal Deidyele e Willian foram os responsáveis pelo crime. O homicídio teria sido cometido por William. Deidyele confessou ter ajudado na ocultação do cadáver.
Ela foi presa em Tucuruí. A polícia aponta que, no dia do homicídio, a vítima havia se encontrado com Willian casualmente no bar e, ao final da festa, o ex-colega teria dado carona para ela. Willian foi a última pessoa com quem Flávia foi vista com vida. As investigações apontaram que o homem foi o executor do homicídio, e posteriormente a companheira colaborou na ocultação do corpo.
Quando foi presa, Deidyele confessou a ocultação, porém não soube dizer a motivação do homicídio. Ela alega ter sido pressionada pelo companheiro para ocultar o cadáver. Já William não se pronunciou e ficou calado durante depoimento.







