Messias leva a pior ao trocar tiros com Polícias Civil e Militar

A ação coordenada teve como resultado a prisão de quatro marginais e a morte de Messias Silva Lobo, que reagiu à abordagem policial disparando contra os agentes. Foi abatido e mesmo tendo sido socorrido, acabou morrendo.

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A luta das forças de Segurança Pública do Estado para manter as cidades do Sul do Pará não tem trégua. Nesta quinta-feira (28), foi deflagrada mais uma operação pelas Polícias Civil e Militar, desta vez em Eldorado do Carajás. A ação coordenada teve como resultado a prisão de quatro marginais e a morte de Messias Silva Lobo, que reagiu à abordagem policial disparando contra os agentes. Foi abatido e mesmo tendo sido socorrido, acabou morrendo.

A operação conjunta prendeu Harrison Costa Vieira, Frankson Silva Bezerra, Djackson Lobo Soares e Moisés Souza Lobo foram presos por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Ao ser preso, Moisés Sousa Lobo acabou por ser identificado como o assassino de Roberto Ferreira da Silva, crime ocorrido no dia 9 de fevereiro deste ano.

Djackson Lobo Soares, por sua vez, além de traficar drogas ilícitas, é também acusado de latrocínio, o roubo seguido de morte. Djackson roubou e matou Robson Roberto de Araújo, em fevereiro de 2018. Ele estava em liberdade condicional, mas, previsivelmente, voltou ao mundo do crime e foi preso hoje.

                                                  Messias e o Criador

Quem não teve sorte nesta quinta-feira foi Messias Silva Lobo. Ao ser abordado pelos policiais, Messias resolveu reagir. A decisão se mostrou completamente errada.

Messias sacou o revólver que portava e disparou várias vezes contra os agentes, que revidaram com o rigor habitual. Messias tombou varado de balas.

Mesmo tendo sido socorrido, Messias não sobreviveu.

Com Messias, os policiais apreenderam certa quantidade de drogas e o revólver com quatro dos cinco projéteis deflagrados.

Os demais bandidos presos foram apresentados à Delegacia de Polícia Civil de Eldorado, autuados e colocados à disposição da Justiça.

Ao todo, sete policiais, entre civis e militares participaram da operação, coordenada pela Superintendência de Polícia Civil do Sudeste do Pará e pelo Major PM Gledson, comandante do 23º Batalhão, sediado em Parauapebas.

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