
Um caso inusitado e revoltante ganhou repercussão nas redes sociais nesta semana, após uma mulher paraense descobrir que o colchão comprado por sua filha por quase R$ 6 mil continha isopor e compensado em sua estrutura interna. A denúncia foi feita pela própria mãe em um vídeo publicado nas redes, que rapidamente viralizou entre os internautas.Indignada, ela mostrou as imagens do colchão aberto, revelando o interior do produto. “Só tem isopor e compensado dentro, olha o tamanho e a grossura. É um enorme pedaço de isopor, minha filha deu quase R$ 6 mil pensando que era um colchão de verdade, dá até pra fazer uma rabeta nele”, afirmou, referindo-se à embarcação motorizada muito comum na região amazônica.O vídeo, que revela a baixa qualidade do produto, causou não apenas indignação, mas também piadas nas redes. “Com quase seis mil reais dava era pra comprar um barco de verdade, não um colchão flutuante”, comentou um internauta em tom de ironia.Produto foi vendido como colchão de alta qualidadeSegundo os relatos da família, o colchão foi adquirido em uma loja da região com a promessa de ser um produto de alta durabilidade e conforto premium. No entanto, ao perceber que o material não correspondia ao que havia sido anunciado, os compradores decidiram abrir o colchão — e se surpreenderam com a presença de blocos de isopor no lugar de espumas ou molas.A exposição do caso gerou uma série de críticas à loja responsável pela venda. Até o momento, não houve qualquer posicionamento oficial da empresa.O caso levanta dúvidas sobre a qualidade dos produtos comercializados no setor de colchões e sobre a fiscalização de práticas enganosas, especialmente em regiões mais afastadas dos grandes centros comerciais. Nas redes, consumidores pedem providências e fiscalização dos órgãos competentes para evitar que mais pessoas sejam prejudicadas.
informações por Roma News
foto por redes sociais







