Prefeitura de Marabá presta assistência a moradores de casas em risco de desabamento

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As áreas de risco apontadas pelo relatório da Defesa Civil estão sendo acompanhadas diretamente pela Secretaria de Assistência Social da Prefeitura (Seasp), através dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), que acompanham o processo de realocação das famílias afetadas.
Na Vila Canaã, no Núcleo Pioneiro, foram apontadas sete casas em situação de risco, quatro delas estão correndo sério risco de desabamento caso volte a chover forte, já que foram construídas sobre palafitas. Duas famílias estão recebendo acompanhamento do Cras da Folha 13, que cadastrou no programa “Minha Casa, Minha Vida” os proprietários da casa que desabou no último dia 16. Já a família da casa vizinha, que ficou com a estrutura abalada, foi cadastrada no Aluguel Social. De acordo com a secretária de Assistência Social, Adnancy Rosa, essa família foi orientada a deixar o local imediatamente e está na casa de parentes até encontrar um imóvel que se encaixe nos padrões do Aluguel Social.
A secretária ainda explicou que o processo se torna demorado devido a burocracia, já que a casa precisa estar com a documentação regularizada e o valor do aluguel deve chegar no máximo a R$ 400,00.
Já no Bairro São Félix Pioneiro a Defesa Civil detectou 14 casas em situação de risco. Ainda de acordo com Adnancy Rosa, todas as famílias foram cadastradas no programa Minha Casa, Minha Vida e serão remanejadas para o Residencial Magalhães II.
Ela informou ainda que duas famílias saíram do local depois que uma das casas desabou no último dia 28 de novembro de 2014, desalojando cinco pessoas, entre essas três crianças.
“Nós estamos acompanhando, temos duas assistentes sociais. Uma cobrindo a área da Velha Marabá e outra cobrindo a área do São Félix e tudo que está ao nosso alcance, que é da nossa competência, estamos fazendo”, finaliza Adnancy.
De acordo com Marcio Costa, coordenador da Defesa Civil do município, todas as áreas foram vistoriadas e assim que o novo relatório técnico for concluído, deverá ser encaminhado para a Seasp, para a Sevop (Secretaria de Viação e Obras Públicas) e para a SDU (Superintendência de Desenvolvimento Urbano) para que as famílias recebam toda a assistência necessária.
(Texto: Fabiane Barbosa/Fotos: Helder Messiahs | Edição de texto: Pedro Nascimento).

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