Roda viva – edição 1290

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A crise do minério de ferro, que derrubou o valor das exportações de Parauapebas, fez o município apresentar o pior primeiro semestre de sua história econômica, desde que ultrapassou a produção física de 100 milhões de toneladas de minério exportados – o que se deu em 2009 *** Os dados de exportação referentes ao primeiro semestre deste ano saíram nesta terça-feira (7), nos calabouços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mas ainda não foram divulgados oficialmente *** De Parauapebas para o mundo, tudo o que foi vendido em dólar em 2015 não representa sequer a metade do que foi negociado no primeiro semestre do ano passado: 1,96 bilhão de dólares em 2015 contra 4,28 bilhões no mesmo período de 2014 *** Para comparar, nem mesmo a crise financeira de 2008 deixou tantas marcas na economia local quanto o contexto atual, em que o mês de junho de 2015 entra para a história municipal como o mais fraquinho dos últimos dez anos *** E tem mais: as perspectivas para o segundo semestre deste ano são as piores possíveis, no tocante à economia de Parauapebas, minguadamente monocommodity. Isso porque, se se concretizar a profecia de grandes bancos internacionais, de que a tonelada do minério de ferro vá cair a menos de 40 dólares, as exportações de Parauapebas poderão ir à lona – e, consequentemente, o recolhimento da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem). A coisa está feia, e a crise é “braba” *** este mês de julho, é comum o crescimento do comércio informal em função do aumento do fluxo de pessoas nos balneários do estado do Pará. Por conta da situação, a Celpa já disponibiliza em suas agências o atendimento para os pedidos de ligações provisórias desses trabalhadores informais, que aproveitam a época do ano para garantir uma renda extra *** Para conseguir a disponibilidade de carga nas ruas, avenidas e praças dos balneários, onde serão instalados os pontos de comércio, o cliente deve comparecer a uma agência de atendimento e apresentar a licença de funcionamento do quiosque, concedido pela Prefeitura Municipal, e os documentos de identificação do responsável, como o Registro Geral (RG) e o CPF *** Com relação ao bloqueio de cheques destinados ao pagamento de ajuda de custo para Tratamento Fora de Domicílio (TFD), a Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), informa que: *** O pagamento da ajuda de custo para TFD é uma prioridade e sempre é realizado regularmente por meio de cheques. Na sexta-feira (3/7) um cheque emitido no valor de R$ 100,00 foi compensado como R$ 25.200,00. Foi identificado que era um cheque fraudado e o pagamento dos demais foi suspenso provisoriamente *** No mesmo dia o banco devolveu para a conta da Semsa o valor de R$ 25.200,00 e a compensação dos demais cheques foi regularizada na segunda-feira (06/07). Por tanto, os pacientes que realizam TFD estão recebendo a ajuda de custo normalmente *** O responsável pela direção financeira da Semsa registrou, na segunda-feira (06/07), um boletim de ocorrência policial que seguirá para a abertura de inquérito. Além do referido cheque, outros dois, emitidos nos valores de R$ 75 e R$ 250 foram fraudados e alterados respectivamente para R$ 15.520,00 e R$ 22.000,00 *** O prefeito Valmir Mariano, por meio do decreto nº 552, estabelece recesso funcional nas repartições públicas municipais no período de 20 a 31 de julho de 2015 *** Durante o período, as Secretarias Municipais e demais órgãos públicos poderão formar regimes de plantão de acordo com a necessidade do serviço público *** Já os setores emergenciais também funcionarão de acordo com o estabelecido por suas Secretarias *** Atenção! As câmeras de monitoramento estão de olho no comportamento dos condutores. Como medida de fiscalização e apoio a diminuição de acidentes, a Secretaria Municipal de Segurança Institucional e Defesa do Cidadão (Semsi), por meio do Departamento Municipal de Trânsito e Transporte (DMTT), passará a multar os condutores de veículos que forem flagrados pelo sistema de videomonitoramento, a partir do segundo semestre deste ano *** A fiscalização será feita pelos agentes do DMTT que flagrarem as infrações ao vivo pelas 95 câmeras instaladas nas principais vias da cidade. O sistema funciona com monitoramento 24 horas, feito por uma equipe técnica, no Centro de Controle Operacional (CCO) ***

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