Um homem suspeito de cometer uma tentativa de feminicídio foi preso preventivamente nesta semana no município de Muaná, no arquipélago do Marajó, no Pará. O crime ocorreu no dia 22 de fevereiro de 2026 e, segundo as investigações da Polícia Civil, foi marcado por extrema violência contra a vítima.
De acordo com as apurações, o suspeito iniciou as agressões utilizando uma vassoura, atingindo principalmente a cabeça da mulher. Em seguida, ele passou a usar um pedaço de madeira e, por fim, um banco, intensificando ainda mais os ataques.
A violência só foi interrompida após a intervenção de uma terceira pessoa, que prestou socorro à vítima. Ela foi encaminhada a um hospital, onde recebeu atendimento médico.
Conforme o laudo pericial, a mulher sofreu ferimento cortante na região craniana, além de múltiplos hematomas pelo corpo e lesões de defesa nos braços, o que indica que tentou se proteger durante as agressões.
No dia do crime, equipes policiais chegaram a se deslocar por via fluvial até o local para tentar prender o suspeito em flagrante. No entanto, ele conseguiu fugir para uma área de mata ao perceber a aproximação dos agentes.
Com o avanço das investigações, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do investigado, que foi autorizada pela Justiça e cumprida com apoio da Guarda Municipal.
Em entrevista, a delegada Ariely Furlan destacou a brutalidade do caso e o trabalho investigativo que levou à prisão. Segundo ela, o crime apresentou uma escalada de violência, com o uso de diferentes objetos para atingir a vítima, principalmente na região da cabeça, conforme comprovado pelo exame de corpo de delito.
A delegada também ressaltou a importância do depoimento do filho da vítima, testemunha ocular das agressões. Ele relatou que os ataques só cessaram após a intervenção de uma terceira pessoa, que socorreu sua mãe e a levou ao hospital municipal.
Ainda segundo a autoridade policial, o laudo confirmou a gravidade das lesões, evidenciando múltiplos ferimentos na cabeça, hematomas e marcas de defesa nos braços da vítima.
A Polícia Civil reforçou que a prisão preventiva foi solicitada após a conclusão do inquérito e deferida pelo Poder Judiciário, com parecer favorável do Ministério Público.
O suspeito permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil do Pará destacou que continuará atuando com rigor no combate à violência doméstica e na responsabilização de agressores.
Informações por Portal Tailândia
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