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      Vale inicia em Marabá obra da primeira planta comercial da Tecnored, que contribuirá com descarbonização da siderurgia

      Redação Correio do Pará por Redação Correio do Pará
      27 de janeiro de 2026
      em Destaques, Noticias, Região
      0
      Vale inicia em Marabá obra da primeira planta comercial da Tecnored, que contribuirá com descarbonização da siderurgia
      Desenvolvida ao longo de 35 anos, tecnologia inovadora permite produzir o chamado gusa verde, usado na produção do aço, a partir da substituição de carvão por biomassa, reduzindo emissões de carbono

      A Vale e o Governo do Estado do Pará realizaram nesta terça-feira (5/4) evento que marcou o início das obras de implantação da primeira planta comercial da Tecnored no Brasil, em Marabá, no sudeste paraense. A tecnologia Tecnored é inovadora no mercado e permite produzir o chamado gusa verde, a partir da substituição de carvão metalúrgico por biomassa, reduzindo assim as emissões de carbono em até 100%, sendo um passo importante na contribuição com a descarbonização da siderurgia.O gusa é usado na produção do aço.

      A unidade terá capacidade inicial de produzir 250 mil toneladas por ano de gusa verde, podendo chegar, no futuro, a 500 mil toneladas. O start-up está previsto para 2025 com investimento estimado em aproximadamente R$ 1,6 bilhão. A meta da Vale é operar a planta com 100% de biomassa até 2030.

      “A implantação da Tecnored representa um passo importante na transformação da mineração, contribuindo para tornar a cadeia do processo cada vez mais sustentável. O projeto Tecnored é de grande importância para a Vale e para a região e trará ganhos de competitividade, sustentabilidade ambiental e desenvolvimento para a região”, afirma o presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo.

      Nesta terça-feira (5/4), evento marcou o início das obras de implantação da primeira planta comercial da Tecnored

      Na fase de implantação do projeto, que vai funcionar na área do antiga Ferro-Gusa Carajás, no distrito industrial do município, a estimativa é que sejam gerados cerca de 2 mil empregos no pico das obras. Já na fase da operação, cerca de 400 empregos diretos e indiretos devem ser criados, conforme avanço e estudos da engenharia.

      Tecnologia
      A forno Tecnored tem dimensões bem menores que o de um alto-forno siderúrgico tradicional e é bastante flexível no uso de suas matérias-primas, que podem ser desde finos de minério de ferro e resíduos siderúrgicos até a lama de barragens. Como combustível, o forno pode ser alimentado por biomassa carbonizada, como a do bagaço da cana e a do eucalipto. Ambos são transformados em briquetes (pequenos blocos compactos) e depositados no forno, dando origem ao gusa verde. O forno também permite o uso do próprio carvão térmico como combustível. Neste primeiro momento, o combustível fóssil será usado para avaliar a performance da planta, já que esta será a primeira operação em larga escala da tecnologia.

      “Gradualmente, vamos substituir o carvão por biomassa carbonizada até atingir a meta de 100% de biomassa”, explica Leonardo Caputo, diretor-presidente da Tecnored. A flexibilidade de uso de combustíveis no forno permite reduzir o custo operacional em até 15% em comparação com o de um alto-forno tradicional.

      Desenvolvida ao longo dos últimos 35 anos, a tecnologia Tecnored elimina também os processos de coqueria e sinterização, etapas anteriores à produção do aço na usina siderúrgica que são intensivas na emissão de gases do efeito estufa (GEE). Estima-se um ganho de custo no investimento de novas plantas siderúrgicas de até 15% ao dispensar a necessidade de coqueria e sinterização com o uso do forno Tecnored. A planta é ainda autossustentável em termos de eficiência de energia. Todo o gás do processo é reutilizado e uma parte é usada para cogeração de energia. A escória, resíduo gerado na produção do gusa, é um subproduto, utilizado como matéria-prima na indústria cimenteira.

      Tecnored
      A Tecnored é uma subsidiária 100% da Vale focada no desenvolvimento de um processo de ferro-gusa de baixo carbono por meio do uso de fontes de energia, como biomassa, gás de síntese e hidrogênio, que emitem menos CO2 que os processos tradicionais de fabricação de ferro gusa, como o carvão e o coque.

      Atualmente, a Vale mantém uma planta-demonstração em Pindamonhangaba (SP), com capacidade nominal de 75 mil toneladas/ano, onde foram realizados testes para desenvolvimento da tecnologia e viabilidade técnica e econômica.

      Escopo 3
      A planta comercial da Tecnored em Marabá faz parte do esforço da Vale de oferecer a seus clientes siderúrgicos soluções tecnológicas para ajudar na descarbonização de seus processos produtivos. Em 2020, a empresa assumiu a meta de reduzir em 15% as emissões líquidas de escopo 3, que inclui clientes e fornecedores, até 2035. Deste total, a companhia vai contribuir com até 25% por meio de um portfólio de produtos de alta qualidade e soluções tecnológicas, entre os quais inclui o gusa verde. Hoje, a siderurgia representa 94% das emissões de escopo 3 da Vale.

      A Vale anunciou ainda a meta de zerar suas emissões líquidas diretas e indiretas (escopos 1 e 2) até 2050, e para isto está investindo entre US$ 4 bilhões e US$ 6 bilhões, bem como se comprometeu a recuperar e proteger mais 500 mil hectares de floresta no Brasil. Atuando no Pará há quase 40 anos, a empresa apoia o ICMBio na proteção de seis unidades de conservação do chamado Mosaico de Carajás, que somam 800 mil hectares de floresta Amazônica, área equivalente a cinco vezes a cidade de São Paulo.

       Vale.com
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