O DNA do vírus da varíola do macaco pode ser detectado frequentemente em diferentes amostras de pessoas infectadas, incluindo saliva e sêmen. Essa foi a conclusão de um estudo feito pelo Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal) e publicado na última edição da revista Eurosurveillance, publicação científica sobre vigilância, epidemiologia, prevenção e controle de doenças infecciosas.
A principal forma de transmissão da doença é por meio do contato com as lesões infectadas, mas esse estudo sugere que a propagação também pode acontecer por meio de fluídos sexuais e saliva. O que seria uma explicação para a velocidade no crescimento no número de casos no mundo.









