Na quinta-feira (5), Frentzen sentará no banco dos réus do Tribunal do Júri, acusado de assassinar Amanda Mikaelly. O Fórum Juiz José Elias Monteiro Lopes, em Marabá, inicia o mês com o julgamento de um caso de feminicídio. A jovem de 20 anos estava grávida de sete meses e foi encontrada morta em uma quitinete na Travessa Manaus, no Bairro Bom Planalto, Núcleo Cidade Nova.
O caso chocou a população de Marabá e ganhou repercussão em todo o estado. Durante o inquérito, o caso passou a ser tratado como feminicídio qualificado e também como aborto provocado por terceiro sem o consentimento da gestante, já que Amanda se encontrava em avançado estado de gestação. A investigação da Polícia Civil do Pará apontou como suspeito Frentzen, companheiro da vítima e pai da criança.
Conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público, o crime teria ocorrido no contexto de violência doméstica e familiar, com uso de arma branca. Após o assassinato, Frentzen fugiu para Araguaína (TO), onde foi localizado e preso dias depois, em uma operação conjunta das Polícias Civis do Pará e do Tocantins. A denúncia foi recebida pela Justiça em setembro de 2024. A prisão preventiva foi mantida por decisão judicial para garantia da ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal.










