Policial militar lotado em Açailândia, no Maranhão, Rafael, de 37 anos, foi preso neste final de semana em Marabá, por suspeita de envolvimento em crimes de homicídio no estado de origem. No Pará, ele já respondia a um processo pelo mesmo crime, registrado em 2020. Atualmente, ele está afastado das funções de servidor público.
Rafael foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e contra ele foram cumpridos dois mandados de prisão temporária, um expedido pela Comarca de Amari, e outro pela Comarca de São Luiz, ambas no Maranhão. Analisando o cenário, a juíza plantonista Adriana, da Comarca de Marabá, converteu a prisão em flagrante em preventiva.
Conforme o mandado de prisão temporária expedido em Amari, a Polícia Civil do Maranhão aponta Rafael e mais um homem, Thiago, como suspeitos de homicídio qualificado contra Gustavo, de 22 anos, e de tentativa de homicídio contra Marcos, de 23 anos. O crime ocorreu no dia 7 de abril, no Povoado Gancho.
Rafael responde a um processo na Comarca de Marabá sob suspeita de ter participado de um crime de grande relevância na cidade, em 2020. Ele é acusado de integrar a organização criminosa que matou o empresário Diogo Sampaio de Souza, o “Diogão”, e chegou a ser preso em outubro de 2021.








