Centro Pipa – Visitas domiciliares fortalecem vínculos com alunos e familiares

 

Para continuar com os atendimentos neste período de pandemia, a equipe do Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – Pipa readequou as atividades realizadas para crianças e adolescentes atendidos.

Por meio de aplicativo de mensagens, os professores passam os exercícios e interagem com os alunos e familiares.

“A gente faz atividades com as famílias semanalmente, que incluem dança, culinária, canto e brincadeiras que os alunos possam fazer junto com os pais. E ainda trabalhamos temas de interesse da sociedade, respeitando as faixas etárias. Tudo para que a gente consiga fortalecer cada vez mais a nossa ligação com os alunos e familiares”, explica Caroline Villaça, gerente do Pipa.

Caroline destaca, ainda, que para fortalecer o vínculo com usuários, que possuem certa dificuldade para acompanhar as atividades virtuais, a equipe técnica planejou e realizou uma série de visitas domiciliares. “Nós estamos fazendo estas visitas justamente para dizer que o Pipa se mantém unido. E neste período de quarentena, damos as orientações em relação ao coronavírus e fazemos brincadeiras com as crianças. Além disso, estamos entregando kits de higiene pessoal, álcool em gel e máscaras”, afirma a gerente.

Nilda Santos tem três filhas que são alunas do Pipa. Ela relata que o centro vem transformando a vida delas e consequentemente da família também. “A gente está no grupo de WhatsApp conversando, mas não é a mesma coisa que receber toda a equipe em casa. É admirável todo esse carinho e esforço que eles têm com a gente, com os nossos filhos. Eles estão de parabéns”, elogia a dona de casa.

Stéfanie Ribeiro, de 10 anos, conta que amou a visita e que está sentindo falta da rotina no Centro Pipa. “Eu estava com muita saudade; pena que a gente não pode abraçar. Eu gosto muito do Pipa; das danças folclóricas, gosto dos professores e os monitores também são muito gentis”, diz a aluna entusiasmada.

Atualmente, o Pipa atende mais de 170 alunos que participam de oficinas e atividades socioeducativas. Todos foram encaminhados pelo Centro de Referência Social (Cras) Altamiro Borba e pelo Cras do Bairro dos Minérios.

Texto: Anne Costa / Foto: Adahilton Araújo

Assessoria de Comunicação – Ascom

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